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e Cosme Velho
Jornal do Brasil - Cidade - Rio, 18 de janeiro de 2007

Zona Sul - Vistoria mostra que casa invadida corre risco de pegar fogo


Descaso ameaça patromônio tombado no Largo do Boticário

Denise de Almeida

foto de Fernando QuevedoA utilização de botijões de gás, as infiltrações e a má conservação das instalações da casa rosa, no Largo do Boticário, ameaça,m o conjunto arquitetônico tombado pelo Instituto Estadual do Patromônio Cultural (Inepac). Invadida em julho do ano passado, a casa foi vistoriada na última quinta-feira pelo Inepac, que constatou que há risco de incêncio na mansão.

Ao todo, cinco casas são tombadas no Largo do Boticário. Na mansão, ocupada há seis meses por integrantes do movimento Terra, Trabalho e Liberdade, residem, atualmente, 14 famílias - 97 pessoas das quais 17 são crianças - da Confederação do Tamoios, filiada à Frente Internacionalista dos Sem-teto (Fist). Segundo o laudo do Inepac, o grau de deterioração do prédio aumentou desde a última inspeção, em dezembro de 2006.

- Nosso papel é cobrar dos donos dos bens tombados que os mantenham em bom estado - conta Marcus Monteiro, diretor-geral do Inepac. - Mas neste caso, temos um impasse. A proprietária. Sybil Bittencourt, luta na justiça contra a Fist pela posse do imóvel.

Segundo Marcus Monteiro, Fist e Sybil foram notificados de que deveriam fazer os reparos.

- A casa está sendo deteriorada - diz Marcus, lembrando que a obra de restauração será complexa:

- Há muitas peças de arte no local, como cerâmicas ointadas à mão. A obra deve ser feita por um especialista.

O advogado dos sem-teto, André de Paula, informa que os ocupantes da casa têm a intenção de reformá-la, obedecendo às normas do Inepac.

- Os moradores estão preservando o local mais do que a dona Sybil, que o abandonou - revate André.

De acordo com o advogado, os sem-teto mantêm o terreno e a casa limpos e se mobilizam para captar recursos para a restauração. A Confederação do Tamoios teria procurado sindicatos para conseguir dinheiro e reformar a casa. Segundo André, os ocupantes planejam utilizar a casa como fonte de renda. A idéia é alugar o espaço para filmagens, plantar uma horta comunitária e organizar uma cooperativa de artesãos. O engenheiro Antônio Louro - ligado à Fist e à Anistia Internacional - faz laudos de ocupações e revela que a casa tem vários problemas causados pelo abandono de anos.

- Não foram os atuais moradores que depredaram a casa - defende o engenheiro.

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NOTA DO EDITOR
O risco de incêndio não é a única ameaça ao casario do Largo do Boticário. Os que resistem e ainda moram na região sabem que o descaso do Estado é o pior inimigo das casas tombadas. Faltam luz, segurança e um plano para recuperar o local.





Associação de moradores reclama do abandono


A ocupação da casa rosa, no Largo do Boticário, em julho de 2006, é conseqüência de anos de abandono de um local que já foi um importante espaço cultural do Rio, na década de 50. As cinco casas localizadas pelo Instituto Estadual do Patrimônio Cultural (Inepac), da Secretaria Estadual de Cultura. Um decreto da prefeitura, publicado no dia 13 de julho de 2006, declarou os prédios de utilidade pública para fins de desapropriação. A medida visa, segundo o secretário municipal de Patrimônio Histórico, André Zambelli, oferecer incentivos, como isenção de impostos, para o aproveitamento dos imóveis em atividades comerciais. Segundo ele, isso contribuirá para a preservação do recanto.

A Associação de Moradores do Largo do Boticário (Ama Boticário) aprovou a iniciativa do prefeito. No entanto, os membros da entidade recém-criada como resposta à essa situação de abandono, pedem providências urgentes.

- Apresentamos para o secretário, logo depois da invasão, um projeto de reaproveitamento do Largo, feito pela iniciativa privada, mas não obtivemos resposta - conta um dos membros da Ama Boticário que não quer se identificar.

Segundo a associação, o conjunto arquitetônico de importância histórica foi esquecido pelo poder público antes mesmo da ocupação. A lista de problemas é grande. O Largo fica parte do ano sem luz - para não ficar às escuras, a Ama Boticário instalou dois holofotes.
O Rio Carioca, que corta as propriedades, só é limpo por mutirões organizados pela Associação de Moradores do Cosme Velho. Quatro dos imóveis estão completamente deteriorados e a proprietária dessas casas, Sybil Bittencourt, viúva do jornalista Paulo Bittencourt, dono do extinto Correio da Manhã, não vende nem aluga nenhuma delas.

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MEMÓRIA JB

Em julho de 2006, o JB contou a história da invasão da casa rosa. Integrantes do movimento Terra, Trabalho e Liberdade, filiado à Frente Internacionalista dos Sem-teto (Fist), ocuparam a mansão no Largo do Boticário. Parte dos ocupantes se retirou e as 97 pessoas que permaneceram formam a Confederação dos Tamoios. A Fist entrou com uma ação de manutenção de posse e a proprietária Sybil Bittencourtmoveu uma ação de reintegração. Os processos tramitam na 44º Vara Cível.


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