www.BairrodasLaranjeiras.com.br
ANUNCIE AQUI  |  INFORMATIVO  |  CONTATO

HOME Notícias semanais

CULTURA E TURISMO

ENDEREÇOS NO BAIRRO
Atividades físicas
Bares e Restaurantes
Cafés, Lanches e Sucos
Comércio e Serviços
Estabelecim/ de Ensino
Hospitais e Clínicas

FESTAS E EVENTOS

MATÉRIAS E NOTÍCIAS

MURAL DO BAIRRO

TRABALHOS SOCIAIS E
ASSOCIAÇÕES


UTILIDADE PÚBLICA

VARIEDADES
Anuncie no Bairro
Contato do Bairro
Blog do Bairro
Detalhes do Bairro
Fotos do Bairro
Informativo do Bairro
Twitter do Bairro



AMAL

Capa da Folha
Onde encontrar
Expediente



MACRO E MICRO

Gilson Nazareth
Mestre em Educação IESAE - FGV
Doutor em Comunicação e Cultura ECO - UFRJ


A AMAL, no que nos cabe
Temos necessidade de sobreviver, a cada momento sucessivo, numa sociedade que perde sua qualidade de vida em ritmo vertiginoso: saúde, educação, segurança, confiança e perspectiva de futuro...



DivulgaçãoÉ Dia de Feira!!!

Richard Szame

Semanalmente, a tradicional “Feirinha da General Glicério” atrai com o passar do tempo um número cada vez maior de pessoas, de diferentes lugares e idades. Em busca de uma boa música e um ambiente tranqüilo, centenas de pessoas se deslocam ao evento em Laranjeiras, que abriga a feira livre da Rua Professor Ortiz Monteiro, o Chorinho da Praça General Glicério, a feira de artesanato, e o famoso pastel.

Com mais de três décadas de vida, a feira reúne características que atraem o público, como a boa localização, o clima saudável e a enorme gama de opções, como explica Helena Botelli, moradora da Rua Cristóvão Barcellos e freqüentadora da feira:

- Para nós, moradores aqui da redondeza, que estamos um pouco afastados da Rua das Laranjeiras, a feira é muito boa, pois apesar de ser grande, com enorme variedade de frutas, legumes, peixes e produtos estrangeiros, é tudo muito perto. Não é preciso andar muito até o pastel, por exemplo, e além do mais os vendedores são muito simpáticos. ’’

Chorinho surgiu há sete anos

Apesar da notável redução do número de barracas, devido à ação dos chamados “sacolões”, o sucesso da feira é indiscutível. Segundo vendedores e freqüentadores, a feira é de todos e para todos, sem distinção. Não só os feirantes, como também a clientela são em grande parte os mesmos nesses 30 anos de existência.

Há quase sete anos atrás a feira tomou um novo rumo. Um grupo de amigos e músicos, se uniu e formou o grupo ‘’Choro na Feira’’, que a partir daí passou a se apresentar ao ar livre na Praça General Glicério concomitantemente à feira. Alguns integrantes do grupo moram no bairro, entretanto, essa não é a razão principal pela qual ocorre a roda de Choro. A idéia é que haja a confraternização semanal de pessoas de diferentes faixas etárias, que possam se divertir com a música de qualidade ao ar livre, cercadas de diversas opções proporcionadas pela feira, como a exposição de artesanato que cresceu ao seu redor, o pastel, e a cerveja. O grupo costuma receber amigos para uma “canja”, iniciando a roda às 11h e terminando às 14h. O “Choro na Feira” toca em diversos lugares, como na Lapa, em festivais de choro, e até fora do país, como ocorreu nos Estados Unidos.

- Antigamente as pessoas vinham para a feira livre e paravam para ouvir música, agora devido ao sucesso todos vêm para ouvir música, e se der tempo aproveitam as diversas opções da feira livre. O grande número de pessoas que marcam presença na feira está diretamente relacionado ao Chorinho, que é um evento agregador - diz Luizinho Mandarino, 45 anos, expositor e freqüentador do Chorinho.

Feira tira o sono de alguns

Aliado a feira livre e suas outras atividades, o evento trouxe freqüentadores de diversas áreas, como professores e artistas, além de abrir espaço para os artesãos, que expõe suas mercadorias:

- O choro é ótimo, deve continuar, traz uma enorme alegria para a feirinha e sua convivência. Os jovens trazem uma alegria muito salutar e tocam muito bem – diz Eduardo Oliveira da Costa Barros, 78 anos, no bairro há 31, morador da Rua das Laranjeiras e freqüentador do Chorinho desde o seu início.
Porém, nem todos demonstram satisfação com relação à feira. Para montar a estrutura necessária, o trabalho inicia às três horas da madrugada, provocando barulho e incomodando o sono de algumas pessoas. De acordo com o Sr. Sulpino Borges Alves, porteiro do Edifício General Flávio, na rua Professor Ortiz Monteiro, alguns moradores reclamam.

- Os moradores sempre reclamaram da feira, tanto do barulho provocado desde a madrugada, quanto do avanço cada vez maior das barracas na rua, que não permite a passagem de seus carros – diz.

Com problemas ou não, o fato é que a "Feirinha da General Glicério" ano após ano mantém o seu nível de excelência, chamando a atenção dos holofotes e conquistando uma quantidade cada vez maior de fãs.

    Fotos Richard Szame


Chorinho movimenta a Praça São Salvador


Minas de IdéiasA Praça General Glicério não está mais sozinha quando o assunto é música em Laranjeiras. À exemplo do que acontece na Gen. Glicério, a Praça São Salvador ganhou desde maio deste ano uma roda de choro que vem chamando a atenção e ganhando cada vez mais frequentadores. Tudo começou com um grupo de alunos, em sua maioria da Escola Portátil de Música, que passou a se reunir lá aos domingos, das 11h às 13h, numa roda de choro informal e leve. Sob o nome de “Arruma o Coreto”, por conta de uma brincadeira com os fundadores do bloco carnavalesco Bagunça meu Coreto, a roda de choro começou a acontecer e ganhar fama por acaso.

Segundo Ana Claudia Caetano, flautista do grupo e idealizadora destes encontros, o choro feito por esses alunos é despretensioso e surgido da necessidade de praticar dos estudantes.

- Fui convidada para uma roda de choro no posto 6 de Copacabana, participei e adorei, mas era longe. Como eu sentia a necessidade de praticar, conversei com meu marido e tivemos a idéia de chamar amigos que também moravam por aqui e precisavam desse treino. Assim surgiu a nossa roda.

O primeiro encontro aconteceu no primeiro domingo de maio e desde então o grupo só não se reuniu em duas ocasiões: no segundo domingo de maio, que foi dia das mães e num domingo que choveu. Ana diz que no início eram poucos integrantes, mas com o boca-a-boca, hoje o grupo reúne quase vinte pessoas e seu público enche o coreto aos domingos de manhã.

- Alguns tocam sempre, outros vêm uma vez ou outra, outros tocam uma vez e não voltam mais, mas integrantes fixos mesmo são uns dez – responde Ana, sem saber precisar.
O Arruma o Coreto é democrático, tanto para os músicos, quanto para os espectadores. Dentre os que vão apreciar a boa música estão idosos, crianças, casais e jovens. Fanny Cytryn, assídua no chorinho há dois meses, diz que lá se vê todo tipo de gente.

- A música quebra as barreiras. Aqui vem gente de todas as idades, todas as etnias, todas as crenças, volta e meia tem casais dançando, vem todo o tipo de pessoa, é só gostar de música. A única coisa que incomoda um pouco é a falta de policiamento e os mendigos, que às vezes atrapalham – desabafa.




PATROCINADORES
Clique e saiba mais sobre eles












REDES SOCIAIS








FOTOS DO BAIRRO



Clique na foto...





© 2005 - 2019 Isabel Vidal
Todos os direitos reservados



Jornal da AMAL
ano 27 - nº 221
outubro/2007