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MACRO E MICRO

Gilson Nazareth
Mestre em Educação IESAE - FGV
Doutor em Comunicação e Cultura ECO - UFRJ


A AMAL, no que nos cabe
Temos necessidade de sobreviver, a cada momento sucessivo, numa sociedade que perde sua qualidade de vida em ritmo vertiginoso: saúde, educação, segurança, confiança e perspectiva de futuro...



PALAVRA DO PRESIDENTE

Marcus Vinicius Seixas

Crianças-mendigas ou meninos-de-rua?

Ora, o termo politicamente correto não pode enfumaçar a realidade. Se a criança está sozinha na rua, sem a companhia de pais ou responsáveis, vivendo de expedientes diversos, consumindo drogas, enfim, sem perspectiva ou guarda, é um mendigo e ponto.

Fora isso, não há justificativa legal que impeça o Estado em recolhê-la e protegê-la. Infelizmente, muitas famílias não conseguem – por “n” motivos - manter em segurança e controle um jovem diante das atrações da rua. Mães, muitas delas, sofrem em não poder acompanhar o dia-a-dia de seus filhos, tendo que deixá-los com vizinhos, ou pior, sozinhos, à mercê de tudo e todos. As crianças saem de casa e passam a mendigar como forma de sobrevivência. Não é normal crianças perambulando sem destino. Cabe ao Estado primeiramente tentar salvar o núcleo familiar desestruturado, quando não for possível, as crianças devem ser encaminhadas para Instituições sérias, com regimes profundamente responsáveis e geridos de forma arrojada, com autoridade sem autoritarismo. Volto a lembrar, não podemos deixar que crianças sujas, com hábitos não civilizados e vivendo nas ruas sejam encaradas com naturalidade. Não é humano deixa-las sem a boa escola, o almoço, a janta, o lanche, uma cama confortável, banho quente com recreação, esportes e lazer. Há dinheiro e profissionais gabaritados para isso. Só faltam dirigentes conseqüentes, com vontade política de realizar.

 

 

 

 

 

 





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Jornal da AMAL
ano 27 - nº 221
outubro/2007