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Gilson Nazareth
Mestre em Educação IESAE - FGV
Doutor em Comunicação e Cultura ECO - UFRJ


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Nesta república de escândalos, em que chafurda o nosso país, diariamente, novas denúncias de corrupção e/ou de novos crimes de lesa-pátria abafam o clamor contra os ilícitos denunciados na véspera...




Barulho incomoda moradores

Vanessa Santos

Uma das principais características das grandes cidades é a quantidade excessiva de barulho, e isso muitas vezes causa incômodo. Todo ruído que causa desconforto pode ser considerado poluição sonora, um problema constante na Rua Pinheiro Machado, em Laranjeiras. Muitas pessoas reclamam e dizem ter recorrido às autoridades competentes, mas por que nada foi feito ainda?

Flávia Lacombe e José Carlos não aguentam mais o barulho intenso o dia inteiroFlávia Lamode tem 67 anos e há 35 mora na Rua Pinheiro Machado. Ela diz que o barulho causado é ensurdecedor, e que se sente prejudicada.

– Atrapalha muito a vida das pessoas: das crianças, dos adultos e, principalmente, dos idosos. Eu que acho as autoridades deveriam vir aqui fazer algum tipo de fiscalização – reclama a moradora.

Ela não é a única que se incomoda com o barulho. José Carlos de Vasconcelos, 59 anos, é morador do local há 31 e também se sente lesado.

– A minha avaliação do ruído causado por esse viaduto é a pior possível. Já liguei várias vezes para as autoridades e elas nunca fizeram nada. Não existe interesse nenhum. Já chamei até a televisão, mas nada foi feito até hoje – diz irritado.

Problemas

Os problemas causados pela poluição sonora vão além do incômodo. O excesso de barulho também pode afetar a saúde dos moradores. Os principais efeitos negativos são: fadiga, perturbação do sono, problemas cardiovasculares, perdas auditivas, irritabilidade, estresse, alergias, distúrbios digestivos, úlceras, falta de concentração, entre outros. Segundo Ricardo Musafir, professor de Acústica e de Engenharia Ambiental da UFRJ, é algo com que as autoridades deveriam se preocupar.

– A poluição sonora é um fator importante para a degradação da qualidade de vida nas grandes cidades, constituindo o terceiro problema ambiental em importância, atrás apenas da poluição das águas e do ar.

O grande problema é que muitos sinais passam despercebidos devido à tolerância e aparente adaptação, e estes são de difícil reversão. De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), a partir de 65 decibéis os efeitos da poluição sonora já aparecem, tendo como sintoma um leve estresse. Com ruídos acima de 85 decibéis aumenta o risco de comprometimento auditivo.

Solução
Mas o que é possível fazer para acabar com o sofrimento dos moradores? Segundo Brígida Pires, representante da Secretaria Municipal de Meio Ambiente, absolutamente nada.

– Não existe nenhum local no mundo que faça medição de ruído em vias públicas. De acordo com a legislação só podemos fiscalizar fontes fixas, ou seja, restaurantes e casas de show, por exemplo. Não temos como multar um carro porque ele está fazendo barulho – argumenta.

Mas de acordo com Jules Slama, doutor em Acústica e Dinâmica das Vibrações, a solução está a caminho.

– A FEEMA está procurando viabilizar com o DETRAN a medição do ruído emitido por veículos na condição parada durante a vistoria anual. O projeto está bem adiantado, e isto será uma ferramenta de limitação do ruído de trânsito – diz.

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Foto: Flávia Lacombe e José Carlos não aguentam mais o barulho intenso o dia inteiro





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Jornal da AMAL
ano 27 - nº 215
janeiro/07