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Gilson Nazareth
Mestre em Educação IESAE - FGV
Doutor em Comunicação e Cultura ECO - UFRJ


O Homem brasileiro pertence a uma civilização e não a uma raça. Nossa pertença é cultural e não étnica. Nossa civilização, tomada aqui o termo como cultura coletiva é ocidental, latina, ibérica, lusíada-cristã e, no nosso caso específico, luso-brasileira...


Surge novo nome na natação do Brasil


Vicente Matheus de Almeida Britto, a mais nova promessa da natação do Brasil, tem apenas 15 anos. Em um bate-papo descontraído, o jovem atleta fala sobre sua vida, a paixão pela natação e as dificuldades que os atletas amadores têm para conseguirem patrocínio para participarem de grandes competições. Estudante do 1º ano do Centro Educacional da Lagoa, o nadador diz que a disciplina é essencial para conciliar os treinos puxados da natação com os estudos. “Eu começo a treinar às 06:30h da manhã, depois vou para a aula e à tarde, já volto para o treino de novo”.
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Mariana Tavares

Sua mãe, dona Iracema de Almeida, é fã incondicional e apóia muito o filho. “A família tem que ajudar não é? É o que ele gosta de fazer e ele é muito bom no que faz.” Vicente começou a nadar com apenas dois anos de idade. No início não gostava de nadar, mas depois se apaixonou pelo esporte.

Aos 11, já participava de campeonatos profissionais e já coleciona títulos importantes como o de campeão estadual e brasileiro. O nadador do Fluminense representou o Rio de Janeiro no campeonato Sul-americano, em março desse ano e chegou em 4º lugar nas provas de 50m livre, 100 m livre e 100 m borboleta.

Como você começou na carreira? Por que escolheu natação como esporte?
Eu comecei a nadar quando tinha dois anos porque eu era muito gordo. No início, a natação era um esporte que eu odiava, mas eu nadava por orientação médica, para perder peso. Depois de um tempo, eu comecei a gostar, passei a ter melhores resultados e eu me surpreendi. Por isso comecei a levara sério o esporte. Eu comecei a nadar no América, na Tijuca e em 1999 eu comecei a nadar na escolinha do Fluminense.

Quais foram as suas principais conquistas?
Pelo Fluminense eu fui campeão brasileiro, já fui representar a seleção brasileira na Venezuela e fiquei em 4º lugar, já fui campeão estadual várias vezes, já ganhei o prêmio de melhor atleta eficiente, que é quando o atleta marca mais pontos para o seu clube, melhor índice técnico do Rio de Janeiro.

E o Pan Americano? Você vai participar esse ano?
Eu não vou participar do Pan porque as categorias que vão participar esse ano são mais “altas”, para pessoas mais velhas. Ainda não tenho chance.

Você já tem patrocinador?
Não, eu tenho apoio do pessoal do bairro e do Cosme Velho. A Associação de Moradores de Laranjeiras também me dá suporte. A minha mãe está procurando patrocínio para mim, mas é difícil darem patrocínio a um atleta amador, porque ele não aparece tanto na mídia, não é tão conhecido. Para isso, tenho que continuar me esforçando e ganhar cada vez mais títulos para me notarem.

E por que você acha que é tão difícil para os atletas nadadores conseguirem patrocinadores?
Aqui no país isso é muito difícil porque o Brasil é o país do futebol, então, as pessoas não dão tanta importância para outros esportes. Lá fora, a natação tem destaque. Aqui no Rio até há infra-estrutura para investirem nos atletas, mas não é o que ocorre, tanto que nós não temos nenhum representante carioca no Pan desse ano. Os atletas costumam sair do estado para terem mais destaque.

E você? Pretende sair do Rio?

Sim, se tiver uma oportunidade. Nesse ano, eu fui pela primeira vez para o campeonato Sul-americano, preciso ser mais conhecido.

Como você faz para conciliar os treinos com os estudos?
Tem que ter disciplina. Eu tenho que me empenhar mais e dividir todas as tarefas para conciliar tudo e não prejudicar nada. Tenho a escola, a natação e ainda tenho o lazer. Eu começo a treinar às 06:30h da manhã, depois vou para a aula e à tarde, já volto para o treino de novo.

Qual é o seu maior sonho?
Me profissionalizar como nadador, poder divulgar o Brasil no mundo e participar das Olimpíadas, da de 2012 quem sabe.

Qual o conselho que você dá àqueles que querem ser atletas?
Ah, tem que ter muita persistência e esforço. Faça sol ou chuva, eu venho treinar. Todos os dias eu treino, às vezes de manhã e de tarde.

Quais são os seus planos daqui para frente?
Esse ano a minha meta é ser campeão brasileiro e, conseguindo isso, automaticamente já garanto a vaga para o próximo campeonato Sul-americano, que será realizado no Chile em fevereiro do ano que vem.




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Jornal da AMAL
ano 27 - nº 219
junho-julho/07