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MACRO & MICRO

Por Gilson Nazareth

Desligue o aparelho auditivo


Aposente seus óculos para perto.
As tarifas não permite a comunicação contínua ao telefone e nem mesmo pelo correio.

As linhas ferroviárias são uma lembrança, menos remota, é verdade que a comunicação por navegação de cabotagem e fluvial.

As rodovias, em estado de calamidade pública, continuam intransitáveis.

A crise da aviação tornou-se de provisória a permanente, nada a ver com a CPFM.

O transito urbano, intermunicipal e/ou interestadual além de caro nos deixa sujeitos a assaltos, outros que não os dos preços das passagens.

Os preços dos jornais fazem que estes sobrem, nas bancas, a cada fim de dia, revistas só de futricas ou de escândalos.

A televisão tem uma única linguagem e uma única opinião permitida, basta assistir uma ou ler um boletim oficial.

As rádios, bem como as tvs, expressam a opinião dos donos das empresas de comunicação.O combate a mídia comunitária é braba .

Maria Gabriela não mais entrevista políticos.
Lucia Leme é uma pálida sombra da mulher corajosa que foi.
Carlos Chagas, perseguido, está quase calado, embora continue a ser o grande guru dos comentaristas políticos.

As meninas de Brasília, tirando Lucia Hipólito, parecem papagaios de poleiro no programa do Jô.

Boris Casoy foi retirado do ar pelo tempo que puderam manter tal violência.

Rádios comunitárias são permitidas por lei e impedidas na prática,inclusive com ações arbitrárias.

Hoje acabaram de silenciar Alexandre Garcia, um vergonha como diria o Boris.

O bom Deus não permitiu que se efetivasse as leis e medidas de mordaça mais ostensivas. Assim mesmo a incomunicabilidade está estabelecida, quanto mais que o cidadão comum já não pode ir a um teatro, freqüentar seu clube ou fazer uma vida participativa mais intensa: falta tempo, dinheiro, motivação e segurança.

Presos em nossas casas passamos a ter um só perfil: amedrontados, é esta a profissão do brasileiro,profissão que um dia foi esperança.

Aos pouquíssimos que fazem uso computador ainda é dado um escasso ar de liberdade de opinião e de acesso à noticia.




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Jornal da AMAL
ano 27 - nº 222
novembro/2007